terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
O que me afeta.
Ontem eu passei a tarde com o Henrique, meu filho. Ele já é pré-adolescente e estou tentando trata-lo como tal. Não sei, acho que as vezes os pais perdem a noção do crescimento dos filhos, e muitas vezes continuando tratando os mesmos como se fossem criancinhas ainda, quase bebês. Mas ontem quando eu me despedi do Henrique me deu um aperto no coração, daqueles apertos que expremem o nosso peito até a lágrima brotar nos olhos. Fiquei olhando ele entrar no prédio onde mora e depois fui embora. Ainda consigo sentir saudades antes da distância. Ainda consigo chorar por amor. Isso é bom.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Vida e morte nas mãos
As vezes nós não temos noção da importância que nós, que escolhemos trabalhar na área da saúde temos em nossas mãos. As vezes pessoas que eu gosto aparecem com doenças degenerativas graves eu me sinto impotente em não poder fazer nada. Há vários anos atrás eu me deparei com a impotência de não poder fazer nada pela falta de conhecimento. Alguns meses após a morte de um ente querido eu deparei com o tratamento dele. Pior, eu não havia deparado com esta informação antes porque eu não havia estudado o que deveria ter estudado. Poderia ter salvado a vida, mas por ignorância completa eu não o fiz. Doeu muito a minha incompetência. Depois disso eu comecei a me cobrar mais e mais. As vezes Deus manda sinais exdrúxulos. Um amigo muito querido está com câncer grave como meu pai estava. Posso fazer algo por ele? talvez, mas não deixarei de tentar. Poderei um dia pecar por excesso, mas por omissão jamais. Continuarei a trilha... e Deus sempre me puxando a orelha...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Presentes
No final do ano, coincidente com o dia 25 de dezembro há uma movimentação muito grande para presentear as pessoas. Eu gostaria de ser presenteado com um campainha d´alma.
Algum tipo de alarme que soe quando eu me afastar de Deus,
Um som que ressoe quando minha intolerância aumentar,
Uma buzina que me ensurdeça quando eu dar ouvidos a vozes malditas.
Um despertar que me acorde da inatividade.
Um toque de telefone que me chame para a humanidade.
Um psiu para me lembrar das minhas limitações.
Uma batida de sino que ecoe humanidade.
Um vibracall que me traga de volta ao mundo real.
Um barulho, um ressoar lá no fundo que me faça buscar...
Ser mais humano.
Não me deixar levar pela idolatria.
Ser tolerante com o meu irmão.
Estender a mão ao irmão desamparado.
Espalhar amor e compreensão.
Amar mais, confortar mais.
Me aproximar mais do meu Deus.
Aprender com a dor,
Aprender com a experiência,
Aprender com o amor.
Enfim, ser mais humano.
Algum tipo de alarme que soe quando eu me afastar de Deus,
Um som que ressoe quando minha intolerância aumentar,
Uma buzina que me ensurdeça quando eu dar ouvidos a vozes malditas.
Um despertar que me acorde da inatividade.
Um toque de telefone que me chame para a humanidade.
Um psiu para me lembrar das minhas limitações.
Uma batida de sino que ecoe humanidade.
Um vibracall que me traga de volta ao mundo real.
Um barulho, um ressoar lá no fundo que me faça buscar...
Ser mais humano.
Não me deixar levar pela idolatria.
Ser tolerante com o meu irmão.
Estender a mão ao irmão desamparado.
Espalhar amor e compreensão.
Amar mais, confortar mais.
Me aproximar mais do meu Deus.
Aprender com a dor,
Aprender com a experiência,
Aprender com o amor.
Enfim, ser mais humano.
domingo, 22 de novembro de 2009
Instrumento e aprendizado
Sou aluno e instrumento.
Sou instrumento e aluno.
Tenho uma relação diferente com Deus, uma relação que acredito seja diferente para todos. Todos nós acreditamos que Deus é nosso pai, que Deus é importante em nossa vida. Eu acredito que eu sou um aluno e um instrumento, mas como todo aluno e todo instrumento, as vezes eu sou falho.
Uma faca para cortar os ramos no caminho, uma faca que porém as vezes perde o fio e precisa ser afiada. A escola da vida nos afia, uma faca afiada deve ser usada para o bem, nunca para ferir alguém.
Sou um martelo que, as vezes, martela o dedo das pessoas, um instrumento mal utilizado que deve ser trabalhado por mãos treinadas. As vezes eu martelo fora, firo pessoas, geralmente as que amamos, mas de forma inconsciente, sem intenção. Mas martelar um dedo sem intenção é o que mais fazemos, a dor existe, independente da intenção ou não.
Sou um aluno constantemente aprendendo, as vezes saindo da linha, as vezes sendo castigado. Sou um aprendiz que precisa se dedicar mais e mais para aprender o que devo aprender. Não há limite para o aprendizado, nem deve haver limite na dedicação.
Sigo aprendendo e sendo castigado, como um pai que castiga um filho para que el se corrija, eu sou castigado por Deus a medida que saio do meu caminho. Eu sou pai, as vezes tenho que falar mais duro e castigar meu filho para que ele aprenda, com o coração doendo e com amor, muito amor no coração. Por isso entendo que posso ser um filho, aprendendo aos trancos e barrancos a lição que o Pai dá para mim.
Sou instrumento e aluno.
Tenho uma relação diferente com Deus, uma relação que acredito seja diferente para todos. Todos nós acreditamos que Deus é nosso pai, que Deus é importante em nossa vida. Eu acredito que eu sou um aluno e um instrumento, mas como todo aluno e todo instrumento, as vezes eu sou falho.
Uma faca para cortar os ramos no caminho, uma faca que porém as vezes perde o fio e precisa ser afiada. A escola da vida nos afia, uma faca afiada deve ser usada para o bem, nunca para ferir alguém.
Sou um martelo que, as vezes, martela o dedo das pessoas, um instrumento mal utilizado que deve ser trabalhado por mãos treinadas. As vezes eu martelo fora, firo pessoas, geralmente as que amamos, mas de forma inconsciente, sem intenção. Mas martelar um dedo sem intenção é o que mais fazemos, a dor existe, independente da intenção ou não.
Sou um aluno constantemente aprendendo, as vezes saindo da linha, as vezes sendo castigado. Sou um aprendiz que precisa se dedicar mais e mais para aprender o que devo aprender. Não há limite para o aprendizado, nem deve haver limite na dedicação.
Sigo aprendendo e sendo castigado, como um pai que castiga um filho para que el se corrija, eu sou castigado por Deus a medida que saio do meu caminho. Eu sou pai, as vezes tenho que falar mais duro e castigar meu filho para que ele aprenda, com o coração doendo e com amor, muito amor no coração. Por isso entendo que posso ser um filho, aprendendo aos trancos e barrancos a lição que o Pai dá para mim.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Rotina
A rotina de trabalho está envolvente e quase estafante, vai piorar um pouco para os próximos meses. O feriado de natal e ano novo vão dar uma trégua, mas janeiro voltarei a toda para o trabalho. Notaram que as vezes nos envolvemos tanto na rotina de trabalho que esquecemos a rotina da vida? comento sobre isso na postagem anterior. Nunca, nunca devo parar de ver o outro lado da vida. Abandonei até meus projetos espirituais por este periodo. Devo voltar ao meu caminho e manter-me em equilibrio, só assim poderei retonar as missões que Deus me deu.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Sumiço
As vezes nós sumimos. Sumimos de todos e até de nós mesmos. É um sumiço indefinido que tem mais relação com submersão na rotina e não com desaparecimento. As vezes nos envolvemos em redemoinhos da vida tão fechados que não observamos o que se passa ao nosso redor, ao mesmo tempo nos envolvemos tanto com outras atividades que esquecemos da nossa vida. A rotina é massacrante e envolvente, só que uma forma envolvente que inibe nossa própria vontade. Deixei um tempo este blog, volto agora a postar novamente, aleatoriamente como sempre, as vezes como sempre. Imaginem a rotina do dia a dia, ela é envolvente e dependendo da forma como nos envolve nos prejudica. Lutar contra a corrente...
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Carl e Ellie
Hoje fui assistir um desenho, um desenho sobre um velhinho e uma criança. Up. É um desenho típico americano, com final feliz após muitas aventuras e desaventuras. O que cativou foi o começo, conta a história resumida do velhinho, desde a infância até a velhice. Conta bem a história de sonhos inalcançados. Sonhar ou almejar um objetivo na vida é importante para nos dar fôlego para lutar na vida, porém se nos deparamos com a possibilidade de não realizarmos os sonhos ou atingirmos o objetivo seja a ser massacrante do ponto de vista psicológico. Por isso sonhem, mas corram atrás do seu sonho com todas forças, pense no seu sonho, durma com seu sonho, agarre nos fiapos do seu sonho para conseguir realiza-lo em sua plenitude. É para isso que vivemos. Eu tenho meus sonhos que realizarei, tenho meu objetivo de vida que atingirei plenamente. Mas não se martirizem se não atingirem o seu ápice, pense que o que vale em si é lutar, lutar, lutar e não desistir. Lutar por um sonho é mais importante que atingir este sonho. Depois poderemos olhar para trás e ver que lutamos com todas as forças.
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